Jul 23, 2009

Estou a construir, diariamente, um projecto. Leva tempo, não sei quando, ou se, algum dia, vai terminar. Mas todos os dias tenho vontade de trabalhar nele, e surgem novas ideias para optimizar e transformar algo de belo e único.
Mas, antagonicamente à figura de uma obreira, eu não posso labutar sem me deixar influir por factores externos. Não é mecânico, é momentâneo.
Por muito que tente levar em frente a prossecução dos meus planos e desejos, todos os dias, tenho de alimentar e ganhar força.
Esta força cresce mas, também, tem momentos em que se dissipa...

Jul 21, 2009


"Ainda não vivi o suficiente para saber o que estou a sacrificar..."

Jul 20, 2009

Agora vale tudo....

Existem sacrifícios a que me sujeito que não compensam, não valem por si e não têm o retorno pretendido.
Estar na sombra do medo, ter medo de fazer, de receber, não me permite evoluir.
Também não vivo sob a alçada da audácia, mas tenho de arriscar.
Agora, vale tudo....

Jul 7, 2009

O Poder

O Poder.

Ora aqui está muito "pano para mangas".
Eu e o poder não nos damos bem.
Eu sou contra o poder.

Convivo com pessoas que necessitam, impreterivelmente de se sentirem importantes.
Mas não são.
Então, manejam todos os recursos necessários, imagináveis e impossíveis, independentemente do resultado ser ou não vantajoso para a colectividade, e só se focam no resultado egoisticamente prático para si próprias. Desta forma, sentem-se importantes e acreditam, igualmente, que concentram, em si, algo que se subentende como "poder".
99,99999% das vezes estão erradas, mas isso não interessa nada!
“…Eu tenho poder, eu mando, eu executo!!!!...”
“Eu é que sou o Prrrrrrreeeeeeeessssiiiidenteeee da Juntaaaaaaaaa” diria uma personagem….
Estes ignóbeis seres mascarados de poder, enervam-me.
Estava esta manhã a descer no elevador, deveriam ser umas 06h20, e a pensar:
"-Como vou aguentar este dia??? Mal comecei e estou desesperada para que termine"
Em súmula, já passaram dez horas desde este pensamento e começo a achar que sou muito masoquista.

Jun 24, 2009

Durante muito tempo andei sem saber para onde queria ir. Agora, não mudei muito esta acepção, mas sei como e com quem quero ir. Na volatilidade dos meus sonhos não há certezas, as dificuldades materializam-se, assim como os receios.
"Let's get it on" neste caminho tumultuoso.... Os meus objectivos são pretensões, talvez meramente ilidíveis.
Somos "bons" ou "maus" na básica índole do nosso ser?

Uns dizem que nascemos bons e que a sociedade nos corrompe, outros dizem que somos maus e que a sociedade nos educa.

Se não existissem regras de sociabilidade agiamos como primatas, logo, esta educa. Então somos maus!?

ou

Somos o produto das pressões sociais, não somos verdadeiros, somos uns seres corrompidos numa vida circense, seguimos regras ultrajadas e agimos contrariamente à vontade natural. Então somos bons!?

Em verdade vos digo que não escolho nenhuma destas opções.