Eu gostava de mudar quem sou, gostava que as minhas emoções não falessem mais alto, gostava de comandar a minha vontade de uma forma racional e objectiva.
Entre o que acabei de escrever e a realidade, confiro que vai longe essa minha pretensão.
Ainda não tive a epífania de descubrir a razão de ser esta marioneta de um texto sem sucesso. Evidente que é minha culpa, mas como é que eu luto comigo própria?
Se eu sou o resultado das minhas acções, e se o que eu tenho é o fruto desse trabalho e mais estou farta de saber que quero outro resultado, e continuo sempre na mesma....
Irra que é estupida!
APRENDE, APRENDE, APRENDE!!!!!
Feb 6, 2012
Dec 19, 2011
Medo, o mais fiel amigo.
"... o medo é o nosso mais fiel amigo...porquê?! Porque aguça os nossos sentidos, porque nos torna mais perfeccionistas, porque nos faz executar uma determinada tarefa com o mínimo de falhas possível... Ou seja, ajuda-nos a cumprir muito melhor os nossos objectivos..." by Rodrigo Cruz.
Até aqui subscrevo, acrescento ainda que o medo é barreira na inércia da audácia e da coragem.
Resulta daquele, uma vida cheia de "se"... se fosse, se tivesse sido, se soubesse, se tentasse, etc.
Eu desejo "mandar à fava" todos os "se" da minha vida.
Até aqui subscrevo, acrescento ainda que o medo é barreira na inércia da audácia e da coragem.
Resulta daquele, uma vida cheia de "se"... se fosse, se tivesse sido, se soubesse, se tentasse, etc.
Eu desejo "mandar à fava" todos os "se" da minha vida.
Oct 3, 2011
Aug 10, 2011
Aug 8, 2011
Sep 23, 2009
Jul 23, 2009
Estou a construir, diariamente, um projecto. Leva tempo, não sei quando, ou se, algum dia, vai terminar. Mas todos os dias tenho vontade de trabalhar nele, e surgem novas ideias para optimizar e transformar algo de belo e único.
Mas, antagonicamente à figura de uma obreira, eu não posso labutar sem me deixar influir por factores externos. Não é mecânico, é momentâneo.
Por muito que tente levar em frente a prossecução dos meus planos e desejos, todos os dias, tenho de alimentar e ganhar força.
Esta força cresce mas, também, tem momentos em que se dissipa...
Mas, antagonicamente à figura de uma obreira, eu não posso labutar sem me deixar influir por factores externos. Não é mecânico, é momentâneo.
Por muito que tente levar em frente a prossecução dos meus planos e desejos, todos os dias, tenho de alimentar e ganhar força.
Esta força cresce mas, também, tem momentos em que se dissipa...
Jul 20, 2009
Agora vale tudo....
Existem sacrifícios a que me sujeito que não compensam, não valem por si e não têm o retorno pretendido.
Estar na sombra do medo, ter medo de fazer, de receber, não me permite evoluir.
Também não vivo sob a alçada da audácia, mas tenho de arriscar.
Agora, vale tudo....
Estar na sombra do medo, ter medo de fazer, de receber, não me permite evoluir.
Também não vivo sob a alçada da audácia, mas tenho de arriscar.
Agora, vale tudo....
Jul 7, 2009
O Poder
O Poder.
Ora aqui está muito "pano para mangas".
Eu e o poder não nos damos bem.
Eu sou contra o poder.
Convivo com pessoas que necessitam, impreterivelmente de se sentirem importantes.
Mas não são.
Então, manejam todos os recursos necessários, imagináveis e impossíveis, independentemente do resultado ser ou não vantajoso para a colectividade, e só se focam no resultado egoisticamente prático para si próprias. Desta forma, sentem-se importantes e acreditam, igualmente, que concentram, em si, algo que se subentende como "poder".
99,99999% das vezes estão erradas, mas isso não interessa nada!
“…Eu tenho poder, eu mando, eu executo!!!!...”
“Eu é que sou o Prrrrrrreeeeeeeessssiiiidenteeee da Juntaaaaaaaaa” diria uma personagem….
Estes ignóbeis seres mascarados de poder, enervam-me.
Ora aqui está muito "pano para mangas".
Eu e o poder não nos damos bem.
Eu sou contra o poder.
Convivo com pessoas que necessitam, impreterivelmente de se sentirem importantes.
Mas não são.
Então, manejam todos os recursos necessários, imagináveis e impossíveis, independentemente do resultado ser ou não vantajoso para a colectividade, e só se focam no resultado egoisticamente prático para si próprias. Desta forma, sentem-se importantes e acreditam, igualmente, que concentram, em si, algo que se subentende como "poder".
99,99999% das vezes estão erradas, mas isso não interessa nada!
“…Eu tenho poder, eu mando, eu executo!!!!...”
“Eu é que sou o Prrrrrrreeeeeeeessssiiiidenteeee da Juntaaaaaaaaa” diria uma personagem….
Estes ignóbeis seres mascarados de poder, enervam-me.
Jun 24, 2009
Durante muito tempo andei sem saber para onde queria ir. Agora, não mudei muito esta acepção, mas sei como e com quem quero ir. Na volatilidade dos meus sonhos não há certezas, as dificuldades materializam-se, assim como os receios.
"Let's get it on" neste caminho tumultuoso.... Os meus objectivos são pretensões, talvez meramente ilidíveis.
"Let's get it on" neste caminho tumultuoso.... Os meus objectivos são pretensões, talvez meramente ilidíveis.
Somos "bons" ou "maus" na básica índole do nosso ser?
Uns dizem que nascemos bons e que a sociedade nos corrompe, outros dizem que somos maus e que a sociedade nos educa.
Se não existissem regras de sociabilidade agiamos como primatas, logo, esta educa. Então somos maus!?
ou
Somos o produto das pressões sociais, não somos verdadeiros, somos uns seres corrompidos numa vida circense, seguimos regras ultrajadas e agimos contrariamente à vontade natural. Então somos bons!?
Em verdade vos digo que não escolho nenhuma destas opções.
Uns dizem que nascemos bons e que a sociedade nos corrompe, outros dizem que somos maus e que a sociedade nos educa.
Se não existissem regras de sociabilidade agiamos como primatas, logo, esta educa. Então somos maus!?
ou
Somos o produto das pressões sociais, não somos verdadeiros, somos uns seres corrompidos numa vida circense, seguimos regras ultrajadas e agimos contrariamente à vontade natural. Então somos bons!?
Em verdade vos digo que não escolho nenhuma destas opções.
Pergunta Retórica
"Quem sou eu?"
Se souber quem, ou o que realmente sou, vou deixar de procurar, vou deixar de existir, de procurar experiências, de viver sentimentos.
Torno-me numa "não-sei-o-quê" e "para-quê"...
Se souber quem, ou o que realmente sou, vou deixar de procurar, vou deixar de existir, de procurar experiências, de viver sentimentos.
Torno-me numa "não-sei-o-quê" e "para-quê"...
Jun 16, 2009
May 22, 2009
May 20, 2009
May 11, 2009
Jamal
Recentemente cheguei à conclusão que todas as pessoas que já conheci, tive e perdi durante a minha vida, deixaram-me algo em forma de lições, emoções ou sentimentos.
Curioso é encontrar alguém agora, que é a soma de todos estes pedaços maravilhosos que já tive.
Alguém que é a soma de tudo o que sempre quis e me propus, um dia, a encontrar.
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